sábado, 7 de janeiro de 2012
Ensaio II
É com profundo pesar que vejo
Que estou cercado de mediocridade.
Por que sois tão pequenos, vis?
Éreis para serdes perfeitos, onde errastes?
Sois todos uns falsos,
Colocam máscaras em vossas almas,
Mas através dos mais sublimes ideais
Transparecem vossos tenebrosos pensamentos.
Não tendes vergonha?
Não temeis?
Felizes de vós, ignorantes,
Que não podeis enxergar além de vossa limitada percepção,
E ver quão mesquinha é a humanidade.
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1 clientes:
Poema publicado a pedido do leitor Diego Gerhardt.
Perdoem este pobre bardo por qualquer imperfeição (maior que as normais), este poema tem 19 anos.
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